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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Diplomação da Presidente

Hoje, 17 de dezembro foi a diplomação da nova Presidente da República, nossa companheira Dilma Roussef.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Desconstruindo Serra

Nassif: Velha mídia começa a desconstrução de Serra

Nassif: Cantei esse movimento no ano passado. O governo Serra era amplamente vulnerável, sem noção de gestão, de planejamento, um grande ausente do dia a dia da administração, preocupado apenas em operar politicamente. Em suma, havia material amplo para uma reavaliação da velha mídia, sobre o "grande gestor" Serra.

Esse processo - alertava no ano passado - teria início passadas as eleições. Haveria, de um lado, o desencanto da velha mídia por ter apostado todas suas fichas, empenhado sua credibilidade em um cavalo manco. Depois, a necessidade de derrubar o empecilho para abrir espaço para os novos futuros candidatos.
É o que está ocorrendo a olhos vistos. A Folha traz a matéria da WikiLeaks sobre as conversas entre Serra e a Chevron.
Hoje, no Estadão, duas matérias fortes. A primeira, sobre os gastos de saúde de Serra no último ano, com as tais policlínicas alardeadas por ele nos debates políticos - comentei inúmeras vezes que, por seu custo, era experiência que não podia ser massificada e, portanto, se transformar em política de saúde.
A matéria do Estadão (de Julia Duailibi e Daniel Bramatt) é completa, um jornalismo que ficou ausente no período eleitoral. Fala dos aumentos desmedido dos gastos em saúde. Ora, mas aumentar gastos em saúde não é uma prática socialmente responsável? Não, foi politiqueiro. Segundo a matéria, o próprio Secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas (grande sanitarista) ameaçou pedir demissão, em razão da explosão de custos do setor.
Dado importante é que de outubro de 2009 a outubro de 2010 - em pleno período eleitoral - houve crescimento de 37% nos repasses para as organizações sociais que administram unidades de saúde do Estado.


A conclusão é que mais uma vez foi feita uma forte campanha no sentido de enganar os mais variados setores da população brasileira, afim de eleger o representante dos grandes grupos econômicos. Abramos nossos Olhos

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Tudo em Família...

... mas pago pelos Cofres Públicos
O governador eleito do Paraná, Beto Richa (PSDB), anunciou o nome de mais sete secretários estaduais para a sua equipe, entre eles o de sua mulher, Fernanda Richa, para a Secretaria da Família e Desenvolvimento Social. Richa já havia confirmado anteriormente o irmão, José Richa Filho, para a Secretaria de Infraestrutura e Logística. A assessoria de imprensa do governador eleito alegou que não há nepotismo na nomeação
Beto Richa também nomeou o ex-prefeito de Curitiba, Cássio Taniguchi (Secretaria de Estado do Planejamento)
Taniguchi, trinha rompido relações com Richa em 2004, quando o governador era então seu vice na Prefeitura de Curitiba.Agora, ele alega que, "Aquelas brigas são coisas do passado".

Corrupto
Taniguchi ganhou notoriedade nacional quando assumiu cargo no governo do Distrito Federal a convite do então governador José Roberto Arruda (DEM) – cassado e preso pela acusação de coordenar um “mensalão”.
- O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou por crime de responsabilidade o deputado Cássio Taniguchi (DEM-PR).
Taniguchi foi acusado de desviar dinheiro de um convênio firmado entre a administração de Curitiba e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) quando ele era prefeito.
Em 1997, Taniguchi ordenou o uso de R$ 3,8 milhões em recursos repassados pelo BID para pagar um precatório - que, no total, custou R$ 4,4 milhões aos cofres do estado - a um amigo, Luís Gastão de Carvalho. O dinheiro estava previamente destinado ao aperfeiçoamento da malha viária de Curitiba. Segundo a denúncia do Ministério Público, o caso é ainda mais grave porque o pagamento da dívida foi feito sem respeitar a ordem cronológica - ou seja, outras pessoas com precatórios a receber foram prejudicadas.

Boquinha até para a Folha?
Outro secretário é Paulino Viapiana, que assume a Secretaria Estadual de Cultura. Viapiana foi diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, secretário de redação do jornal Folha de S. Paulo, diretor de Comunicação e Relações Institucionais na TIM Celular Sul, coordenador de Marketing na Secretaria de Estado da Comunicação Social e assessor de Comunicação e Marketing da Telepar. É presidente da Fundação Cultural de Curitiba.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Lula Responde

Sistema carcerário, doação de medula óssea e aposentadoria para donas-de-casa
A coluna O Presidente Responde desta terça-feira (7/12) traz questões enviadas por leitores de Goiás, Piauí e Espírito Santo sobre investimentos no sistema carcerário brasileiro, as dificuldades de se encontrar um doador de medula óssea no Brasil e benefícios previdenciários para donas-de-casa de baixa renda.
A pergunta sobre o sistema carcerário foi feita pelo estudante Rodrigo Gomes da Paixão, de Goiânia (GO): “Quais são as medidas do seu governo para o sistema carcerário, que se mostra cada vez mais ineficaz? De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional, hoje são gastos R$ 600 milhões por mês com os presos. Esse gasto não seria suficiente para lhes dar um tratamento minimamente digno?”
O presidente Lula informou que praticamente todos os presídios do País são de responsabilidade dos estados e que, mesmo assim, o governo federal financia e apoia a modernização dessas unidades por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Entre 2003 e 2009, o Depen repassou R$ 1,2 bilhão para serem aplicados em construção, reforma e ampliação de estabelecimentos penais nos estados, com objetivo de acabar com a superlotação das unidades.
O Departamento também financia equipamentos de segurança, ações relacionadas a penas e medidas alternativas e reintegração social. A União é responsável direta apenas pelas penitenciárias de segurança máxima, localizadas em Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN). A finalidade dessas unidades é afastar dos presídios estaduais os principais líderes de facções que comandavam rebeliões dentro dos presídios e que continuavam articulando a prática de ações criminosas dentro e fora dos presídios. Essas transferências contribuem também para reduzir os problemas e para desafogar os presídios estaduais. A construção da quinta Penitenciária Federal, em Brasília, será iniciada no próximo ano.
A leitora Neuma Café, diretora do Hemopi em Teresina (PI), pergunta quando o seu estado terá um banco de sangue de cordão umbilical e placentário para facilitar a localização de doadores de medula óssea, ao que o presidente responde que para atender a toda a população, não é preciso implantar tais unidades em todas as cidades do País, “nem mesmo em todas as capitais”.
No Nordeste, já existem duas unidades em funcionamento, em Recife e Fortaleza, e mais duas planejadas, para São Luís e Salvador. As quatro unidades são suficientes para atender toda a Região, incluindo o Piauí. A escolha dessas cidades se deu por terem as populações mais miscigenadas, o que permite obter características genéticas mais variadas. Temos também incentivado o aumento de doadores de medula óssea. Resultado: em 2000, apenas 10% dos transplantes eram realizados com doadores nacionais, e hoje, esse índice subiu para 64%. No mesmo período, o número de inscritos como doadores de medula óssea saltou de 12 mil para 1,8 milhão. Em junho, com a inauguração de uma unidade em Belém (PA), todas as regiões do Brasil passaram a contar com esses bancos, que formam a Rede de Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical (Rede BrasilCord), criada em 2004.
Já a leitora Nilza Rocha, dona de casa de Viana (ES), diz que é casada há 41 anos, tem cinco filhos e nunca trabalhou fora de casa – e por conta disso, nunca pagou INSS. “Gostaria de saber se não existe a possibilidade de remuneração para pessoas na minha situação, até para a compra de remédios”, perguntou ela. Em sua resposta, Lula afirmou que a regulamentação da Emenda Constitucional nº 47, de 2006, “já proporciona os benefícios previdenciários a donas de casa de baixa renda, atráves de contribuiçòes de 11% do salário minimo”.
As donas de casa adquirem o direito a salário-maternidade depois de dez meses de contribuição, direito a auxílio-doença e aposentadoria por invalidez depois de doze meses, e direito à aposentadoria por idade, no valor de um salário mínimo, depois de 180 contribuições. Entretanto, mesmo quem nunca contribuiu pode ter direito ao Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC-LOAS). Este benefício, que é de um salário mínimo mensal, é para quem tenha mais de 65 anos de idade e para pessoas com deficiência. Os idosos precisam comprovar que não recebem nenhum benefício previdenciário, ou de outro regime de previdência, e que a renda mensal familiar por pessoa é inferior a ¼ do salário mínimo.
fonte: http://blog.planalto.gov.br

domingo, 5 de dezembro de 2010

América Latina contra as Drogas

Bolívia anuncia reunião com Brasil e Peru para coordenar luta antidrogas
O ministro do Interior boliviano, Sacha Llorenti, anunciou que se reunirá em breve com autoridades do Brasil e do Peru para coordenar ações contra o tráfico de drogas e o crime organizado, informou neste domingo (5/12) a agência de notícias boliviana ABI.
"Surgiu a iniciativa de realizar uma reunião trilateral entre os ministros da Justiça do Brasil e do Interior do Peru e da Bolívia para coordenar uma luta conjunta contra as atividades ilícitas", declarou Llorenti.
A proposta foi feita durante uma recente visita do titular do Interior boliviano ao Brasil, onde se reuniu com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e outras autoridades.
A data da reunião ainda não foi fixada, mas Llorenti espera que seja realizada o mais rápido possível, devido ao fato de que traficantes peruanos, segundo disse, utilizam a Bolívia como país de passagem para enviar droga ao Brasil.
"É importante que se consolide esse encontro trilateral para coordenar ações em matéria de combate ao narcotráfico e melhorar a troca de informação entre as forças antidrogas dos três países", concluiu.
As autoridades bolivianas anunciaram na semana passada o reforço da fiscalização na fronteira com o Brasil para evitar a entrada de traficantes após as operações que foram realizadas nas favelas do Rio de Janeiro.
Em 2010, a polícia boliviana prendeu 355 estrangeiros por tráfico de drogas, sendo 120 colombianos, 83 peruanos e 57 brasileiros.
fonte: Opera Mundi

Lula aplaudido por chefes Íbero-Americanos

Lula é aplaudido de pé por chefes de estados íbero-americanos
Durante a 20ª Cúpula Ibero-Americana, realizada na cidade argentina de Mar de Plata, ao ser homenageado pela anfitriã do encontro - a presidente Cristina Kirchner - o presidente Lula foi aplaudido de pé pelos outros líderes, como o rei da Espanha, Juan Carlos, e os presidentes do Peru, Alan García, e do Equador, Rafael Correa.
Foi sua despedida das reuniões internacionais, e o presidente improvisou em seu discurso e se emocionou:
“Não sou bom de despedidas, mas construí com vocês uma coisa nova na América Latina. Já não somos tratados como menores. Não vemos mais as pessoas brigarem por um trabalhador sem diploma universitário ter sido eleito no Brasil. Já não vemos mais brigas porque um índio foi eleito na Bolívia....
... Eu sou um político latino-americano, não vou deixar a política. Vou ter mais tempo para viajar, quero discutir política e os partidos”, afirmou Lula, com olhos marejados.
“Me esperem”, completou, ao dizer que vai continuar viajando pela América Latina.
Lula afirmou ainda que as mulheres também passaram a ocupar, nos últimos tempos, maior espaço no mundo da política, numa referencia à presidente argentina e a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff.
“Os homens que se cuidem porque as mulheres estão ocupando cada vez mais espaços. Logo, logo, os homens serão minoria aqui nessa mesa.”

Torturador
“Dilma é uma mulher que foi militante de esquerda, que foi acusada de guerrilheira, que ficou presa três anos e meio e foi torturada. O que me dá orgulho é saber que agora o torturador dela, se estiver vivo, estará sofrendo mais do que ela, sem que ela tenha feito nada para ele sofrer. É apenas o remorso de quem torturou uma jovem que queria democracia no Brasil”, afirmou o presidente.
No discurso, improvisado, Lula afirmou que a democracia na região está consolidada, mas é preciso estar alertas para que sejam evitadas crises como a que o Equador viveu recentemente.
Na ocasião, o presidente Rafael Correa disse ter sido alvo de uma tentativa de golpe liderada por policiais.
“Em 2005 eu fui vitima da mais sórdida campanha. O objetivo era enfraquecer o governo, para provar que um trabalhador não podia governar”, afirmou.
Ao falar sobre o ex-presidente da Argentina, Néstor Kirchner (que morreu em outubro), Lula disse que “o corpo vai, mas as idéias ficam”.
Lula disse que o Brasil vai continuar no mesmo caminho da política externa de maior integração com os países da América Latina. E agradeceu “do fundo do coração a todos os companheiros e companheiras” porque aprendeu muito.
Na homenagem a Lula, Cristina disse que ele “nunca deixará a política” e que ele é um homem de convicções. Cristina lhe entregou uma réplica em ferro de uma foto de Lula e de Kirchner abraçados.
fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com, (Com informações da BBC Brasil)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Indústria Brasileira cresce novamente

Nível de atividade da indústria no Brasil se expandiu no mês de outubro
No meio de uma nova crise das grandes economias, o Brasil vem demonstrando força no setor industrial, mesmo após decréscimo de 0,4% registrado entre agosto e setembro (dado revisado), o nível de atividade na indústria registrou aumento em outubro. A atividade paulista no mês, com o Indicador do Nível de Atividade (INA), elaborado pela Fiesp/Ciesp e divulgado nesta terça-feira (30), avançou 0,5% na comparação com setembro (séries com ajuste sazonal).
Entre as variáveis que compõem o índice, o total de salários reais e a média dos salários reais (com crescimento de 2,5% e 2,4%, respectivamente) puxaram para cima o resultado do INA de outubro. Por outro lado, o total de vendas reais (-0,5%) foi a única variável computada pelo índice que registrou recuo mensal.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) da indústria paulista, por sua vez, fechou outubro em 82,8%, expansão ante o valor de 82,2% apurado em setembro e o nível de 81,3% contabilizado em outubro de 2009.
Na série sem ajuste sazonal, o INA permaneceu praticamente estável em relação a setembro (recuo de 0,1%). Mesmo assim, o período de janeiro a outubro acumula alta de 11,0% sobre o mesmo período do ano passado. A Fiesp/Ciesp acredita que o INA encerrará 2010 com um crescimento próximo a 10,0%.

Expectativa
A pesquisa Sensor, que aponta a perspectiva dos empresários em relação ao cenário econômico do mês corrente, mostra que a atividade paulista persiste em processo de crescimento, porém com menor ímpeto.
O Sensor geral passou de 52,6 para 51,4 pontos na passagem de outubro para novembro. Os itens mercado e vendas sofreram queda no período (ao passarem de 52,1 para 46,7 pontos e de 51,8 para 48,3 pontos, respectivamente).
Os demais itens que compõem o Sensor Geral ficaram estáveis no período em análise, mas em níveis positivos (acima de 50,0 pontos). Exceção feita aos estoques (que fecharam em 45,0 pontos) cuja metodologia explicita que valores abaixo de 50,0 pontos significam nível abaixo do planejado.

Governo Federal anuncia prorrogação da redução do IPI sobre setor de materiais de construção
O Governo Federal confirmou nesta segunda-feira (29) a prorrogação da redução do IPI para materiais de construção até o fim de 2011. O anúncio foi feito pelo Ministro da Fazenda Guido Mantega, na sede da Fiesp/Ciesp, em almoço com empresários do setor.
Assim, estende-se por mais um ano a medida, que orginalmente teria validade até o dia 31 de dezembro de 2010. Com essa prorrogação, os setores relacionados à construção civil projetam continuidade no crescimento de suas vendas em 2011, já que, de acordo com a Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção) crescerão 19,78% em 2010.
A própria Associação considera que a redução do IPI e a expansão do crédito imobiliário foram fundamentais para tal expansão, que colabora com o forte crescimento do emprego em todo o setor de construção, concomitantemente com aumento do PIB no setor.

Expectativas em queda reduzem a confiança da indústria em 1,1%
Foi divulgada nesta terça-feira (30) pela FGV a Sondagem Industrial relativa a novembro de 2010. O documento mostrou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou de 114,0 pontos em outubro para 112,7 pontos neste mês (série com ajuste sazonal), o que representa um declínio de 1,1%. Porém, na comparação anual, o ICI continua em terreno positivo, ao registrar crescimento de 2,9%, ainda que em um patamar inferior à variação de 6,3% contabilizada em outubro.
O ICI é composto por dois indicadores e ambos declinaram na passagem de outubro para novembro. O Índice de Situação Atual (ISA) apresentou recuo de 0,3% no período (de 115,1 para 114,7 pontos), mas o destaque negativo ficou por conta da queda de 1,9% no Índice de Expectativas (IE), que passou de 112,9 pontos há um mês para 110,7 agora.
A pesquisa ainda mostrou que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) da indústria nacional no mês de novembro foi de 84,5% na série com ajuste sazonal. O resultado é 0,3 ponto percentual superior aos 84,2% de outubro e 1,6 ponto percentual superior aos 82,9% de novembro de 2009.
Vale notar que, de acordo com a metodologia da pesquisa, o patamar de 100 pontos indica o equilíbrio, enquanto valores acima representam otimismo e valores inferiores refletem pessimismo.

Inadimplência das empresas recua 3,4% em um mês
De acordo com divulgação da Serasa Experian desta terça-feira (30), o Indicador de Inadimplência das Empresas recuou 3,4% na passagem de setembro a outubro de 2010. Esta foi a maior queda mensal desde o início da série, em 2000. O resultado do acumulado do ano até outubro indicou melhora da inadimplência em 6,2%.
Na decomposição do índice, a inadimplência com os bancos se reduziu 2,5% entre outubro e o mês anterior. Os títulos protestados recuaram 4,7% e, os cheques sem fundo, 2,5%.
Na abertura por porte, as grandes empresas foram o destaque, com recuo de 13,6% na inadimplência mensal, enquanto as médias apresentaram recuo de 3,4% e, as pequenas, de 3,1%.

Economia Brasileira
fonte: Macro Visão Fiesp/Ciesp - SP, 02/12/2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Lula é do Povo

Lula diz que não o derrubaram, porque era a encarnação do povo na rua
O presidente Lula visitou as obras da Hidrelétrica de Estreito, no Maranhão. A usina, uma obra do PAC que criou 22 mil empregos no pico das obras, está com 92,5% das obras realizadas e prevê entrar em operação em abril de 2011. A dato de hoje foi marcada pelo início do enchimento do lago.
A usina contará com potência instalada de 1.087 MW e 641,8 MW médios de energia, para o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste, conforme disse no discurso:
"... Nós não queremos tirar nada do Sudeste, nós queremos que São Paulo continue crescendo, que o Rio de Janeiro continue crescendo, que o Sul continue crescendo, mas nós achamos que o século XXI é a vez do Nordeste e do Norte deste país começar a crescer".
Durante a visita, o Presidente lembrou o papel da presidenta eleita, Dilma Rousseff:
"... É importante que a gente saia daqui convencido de que essa obra só foi possível ser feita por causa de uma mulher chamada Dilma Rousseff, que mudou o marco regulatório da questão energética do país. Tudo o que eu espero é que ela faça mais e melhor do que eu fiz, porque ela me ajudou a construir o que eu construir, ela sabe como fazer e ela conhece o País como pouca gente conhece."
E lembrou ser preciso que os moradores que vivem na região e dependem da agricultura possam continuar trabalhando e tirando sua riqueza do solo: “Uma hidrelétrica tem de trazer beneficio para todos, mas, sobretudo, atender àqueles que estavam aqui antes da hidrelétrica chegar”.

Não é o Lula que está na Presidência. É a classe trabalhadora brasileira.
O Presidente fez uma pequena retrospectiva de seu governo. Fez um paralelo com outros presidentes, como Getúlio Vargas, que se suicidou, e João Goulart, que foi derrubado pelo golpe militar em 1964, ao lembrar da crise política que enfrentou em 2005, diante das denúncias do dito "mensalão":
“Pensei: O que vão fazer comigo”, indagou. “Eles tentaram em 2005, mas não sabiam que esse presidente era a encarnação do povo na rua. Esse país teve presidente que se matou, que foi cassado. Conversei com [José] Sarney na época. E disse que eles vão saber que não é o Lula que está na Presidência. É a classe trabalhadora brasileira”, completou.
Lula disse que deixará a Presidência “com a cabeça tão erguida ou mais erguida” do que subiu. “Duvido que tenha presidente que tenha tido relação tão republicana como eu tive com governadores e prefeitos. Nunca perguntei a que partido pertenciam. Se tinham direitos, a gente repassava as coisas que tinha de repassar”.

fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com e Agência Brasil.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Rio vive “agora ou nunca”

Para ex-Bope, UPP funciona e Rio vive “agora ou nunca”
O Bope comandou operações em favelas como reação à onda de violência que começou no último domingo (21. O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e roteirista dos dois filmes Tropa de Elite, Rodrigo Pimentel diz que o Rio de Janeiro passa por um momento de “agora ou nunca” na reação à onda de violência dos últimos dias. “É um momento único na história do Rio de Janeiro”, diz otimista. Crítico da repressão violenta ao tráfico, ele defende as invasões de favelas e policiamento nas ruas que foram intensificadas desde os ataques que começaram no domingo (21).
Pimentel reforça a declaração do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, para quem os ataques são uma reação de traficantes ao processo chamado de pacificação das favelas. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) se instalaram de forma permanente em favelas da capital carioca e, para Pimentel, diminuíram o poder do tráfico. Um dos autores do livro Elite da Tropa, Pimentel e sua experiência no Bope inspiraram a criação do personagem capitão Nascimento, dos filmes. Lembrando de sua atuação na polícia, ele ressalta:
- Quando eu era da polícia, eu tinha a nítida sensação de estar enxugando uma pedra de gelo. Eu nunca fui otimista em 12 anos de polícia e hoje eu sou otimista… Se isso aí não fizesse parte de um pacote mais completo de segurança, eu diria que é a repetição de um ciclo que a gente já conhece. Mas não é isso.

Leia a entrevista na íntegra.

Terra Magazine – Você acha que esses ataques são coisa de “traficante emburrado”, como disse o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame?
Rodrigo Pimentel – É evidente que é. As ações de terror que visam à promoção do medo e do pânico, de muita visibilidade e que não tem intenção nenhuma de lucro, são ações de terror. São ações de reação não só às UPPs, mas a toda a política de segurança pública do Estado. A UPP é, sim, o carro chefe, é o que está dando mais prejuízo para o bandido. Mas veja só… desde que o governador Sérgio Cabral assumiu, além da pacificação, tem também o encaminhamento de bandidos para fora do Estado. Tem ainda o indiciamento e investigação de familiares de presos. Os familiares que enriqueceram ilicitamente estão sendo investigados e denunciados pelo Ministério Público. Isso provoca no tráfico revolta. Todo mundo dizia que essa UPP era esquisita porque os bandidos não reagiam. Taí a prova de que não era nada esquisito. A UPP é realmente eficaz e tira o território do tráfico. A reação é essa aí…

As UPPs foram implantadas como um contraponto ao policiamento que combate o tráfico com mais violência. Mas aumentaram o policiamento nas ruas e as operações do Bope em favelas. A polícia divulgou nesta quarta que já foram mais de vinte mortos nessa reação aos ataques. Não corremos o risco de regredir?
É importantíssimo isso. Não é a volta da política de enfrentamento. Na verdade é uma consolidação da UPP. O governo do Estado persegue a pacificação como um caminho mais viável e mais inteligente como a única política de segurança pública do Estado – porque até então não havia nenhuma. Se existe uma reação dos traficantes a essa política de pacificação, é evidente que você tem que estancar essa reação. E para estancar essa reação, é operação em favela, sim!

Isso seria momentâneo?
Eu sempre fui um crítico desde tenente, de capitão… Eu sempre fui um crítico contundente da operação em favela. Eu sempre achei uma ação desnecessária e ineficaz, que não tinha o menor motivo. Porque você entrava na favela e saía. E aquilo não tinha fim nunca. Aí surge a UPP que entra na favela e permanece. De fato, funciona. Mas essa política de enfrentamento momentânea é para estabelecer e consolidar o processo de pacificação. Os marginais estão saindo de favelas já identificadas para efetuar pânico no Rio de Janeiro. Para queimar ônibus, matar pessoas… Então a polícia tem sim que invadir esses redutos e tomar esses traficantes. Tem que criar uma zona de desconforto para que eles não possam mais operar essas ações. Além de intensificar o policiamento nas ruas, a polícia tem que voltar às favelas e atacar esses redutos, esses sujeitos. Não tem jeito. É um caminho sem volta. É agora ou nunca. O Estado não pode ser refém, não pode se ajoelhar, não pode recuar um milímetro.

A população não sofre com isso?
Isso não é uma vontade do governo do Estado, não. É uma vontade da população. Todas as pessoas nas ruas estão solidárias às ações da polícia. Nós vamos viver no Rio de Janeiro nos próximos cinco ou seis dias, um pouco de medo, de estresse em sair à noite, de preocupação com o filho na escola. De “será que eu posso ir à faculdade porque a minha aula termina a noite?”. Nós vamos viver um desconforto nos próximos dias, mas se for isso o preço para que a política de pacificação funcione, que seja pago. Está muito claro que isso é um momento. Não é uma política para sempre. É um momento. A política é a pacificação. O que a gente está vivendo agora é um momento importante para a pacificação.

Isso não pode virar um ciclo de ataques de traficantes e reações mais ostensivas da polícia?
Não. Na queda de braço com o Estado, o Estado ganha. Com todos os traficantes que o Comando Vermelho dispõe no Alemão e no complexo da Penha, o Estado já provou que consegue entrar lá. Então, nessa queda de braço quem vai sair perdendo é o traficante. E perde várias vezes. Perde porque a Justiça já entendeu que ele não pode mais ficar no Rio. Ele é uma ameaça à sociedade cumprindo pena aqui. Ele perde em cumprir pena num lugar mais distante, perde em ter seu reduto atacado pela polícia… Sinceramente, eu sou otimista. Se isso aí não fizesse parte de um pacote mais completo de segurança, eu diria que é a repetição de um ciclo que a gente já conhece. Mas não é isso.

Sobre a prisão em outros Estados, o secretário Beltrame informou que há indícios de que a ordem para os ataques tenha vindo do traficante Marcinho VP, de um presídio no Paraná…
Sim, você tem ataques que vieram do Paraná. Mas vieram em função de prerrogativas que os presos possuem no Brasil, de visita a vítimas, acesso a advogados e tal. Uma forma punitiva para eles agora é que eles sejam retirados do Paraná e sejam enviados a um presídio mais longe. Nesse intervalo, eles vão perder semanas de acesso a advogados e a familiares. E isso já descordena as ações reativas desses bandidos.

As UPPs estão instaladas, em sua maioria, na Zona Sul enquanto que investigações apontam que esses ataques estão vindo de outras regiões, da Zona Norte. O processo de pacificação não precisa ser expandido?
É. A UPP começou na região hoteleira da cidade, na região mais nobre e que tem potencial turístico. E isso é evidente em qualquer lugar do mundo. Não é privilégio para os ricos, até porque a UPP beneficia ricos e pobres. A UPP começou na região de Ipanema, Copacabana e Leme. Depois ela foi expandida. Ela já chegou, sim, à Zona Norte. Toda a região da grande Tijuca – que é um bairro de classe média – já está pacificada. E agora ela avança para uma região mais pobre. Já começou no Morro do Macaco, já entrou para o Morro do São João e está caminhando para o Morro da Matriz. Ela já está avançando para uma região… Agora, está longe do subúrbio da Leopoldina ainda, que é essa região que estamos falando da Penha. Está longe, mas ela vai chegar lá. Tanto vai chegar que a reação do bandido é em função disso. É o medo da aproximação da UPP do seu domínio territorial.

Entendo…
Deixa eu falar uma coisa. Eu nunca na minha vida deixei de criticar a política de segurança pública. Eu cheguei onde cheguei onde cheguei – no filme Tropa de Elite, no livro Elite da Tropa – porque cheguei criticando. Mas esse momento que eu vivo hoje da minha vida é um momento único na história do Rio de Janeiro. Eu não tenho nenhuma ligação partidária com o Sérgio Cabral. A gente tem que fazer uma opção: Essa porra tem que dar certo! Se isso não der certo minha amiga… Nós já testamos vários remédios e nada funcionou. O que a gente não testou ainda é a ocupação territorial permanente. Estamos testando e está funcionando. É necessário.

Já que você destaca esse seu posicionamento crítico, o que mudou desde o seu tempo na polícia?
Quando eu era da polícia, eu tinha a nítida sensação de estar enxugando uma pedra de gelo. A gente matava bandido e invadia favela sem ter uma luz no fim do túnel de melhora. Hoje em dia, fora da polícia, eu vejo com muito otimismo o futuro do Rio de Janeiro. Então essa é a melhor mudança. É o otimismo. Eu nunca fui otimista em 12 anos de polícia e hoje eu sou otimista. E olha que eu sou muito mais crítico agora do que eu era anteriormente.


Folha Mente?!

A FOLHA MENTE E ENGANA
A Folha "errou", mas só publicou o "erramos" após quinze dias, depois de desmascarada a manipulação pelo Ministro
A Folha como sempre,mente, inventa e engana. E quando é desmascarada na mentira, não pede desculpas. Escreve uma notinha. bem escondidinha, somente para o olhar mais atento do leitor que for assinante do jornal
A veja a notinha escondida na Folha, sobre o ministro Franklin Martins, que deveria ocupar manchete de capa, como foi publicado a mentira
O ministro Franklin Martins (Comunicação Social) afirmou ontem que a Folha distorceu a sua fala no encontro sobre convergência de mídias, promovido por sua pasta.
"A Folha botou na primeira página que eu tinha dito num tom quase arrogante algo como "vai haver controle", "com consenso ou sem consenso'", disse.
No dia 10, a chamada "Governo diz que vai regular mídia mesmo sem consenso", publicada na Primeira Página, dizia que o ministro "afirmou que o governo está disposto a levar adiante a discussão de novas regras para o setor de mídia digital mesmo sem entendimento".
Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha e participante do seminário, disse ao ministro que, se ele considera ter havido erro, o jornal o convida a escrever artigo ou a dar uma entrevista. Na verdade, a Folha não errou. O ministro disse o que foi publicado.
A Folha mente...
O jornal Folha de São Paulo interpretou, de forma equivocada, os objetivos do seminário sobre convergência de mídias..Ou seja, a Folha, quer a imprensa livre, mas sem perder o comando.

Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Lula valoriza novas Mídias Sociais

'imprensa antiga' ainda crê que povo é massa de manobra
O Presidente Lula concedeu entrevista a blogueiros nesta quarta-feira, na qual falou sobre sua relação com as empresas de comunicação ao longo de seus oito anos no governo. Lula chamou a imprensa de "imprensa antiga", por pensar que o povo é massa de manobra. "Eles se enganam, o povo está mais inteligente, sabido", afirmou.
Para Lula, o crescimento da internet como meio de informação dos brasileiros obriga a mídia tradicional a mudar o seu comportamento. "Ela (mídia) é desmentida em tempo real, tem que se explicar. Acho isso extraordinário", disse o presidente, que declarou seu desejo de estender a informação a toda a população. "Acho que vamos trabalhar para democratizar a mídia eletrônica e vamos trabalhar para que o leitor brasileiro fique cada vez mais sabido, inteligente, eu diria. Controlador da sua própria vontade, e isso está acontecendo no Brasil agora", afirmou.
O Presidente disse que, os principais veículos da mídia tradicional não reproduzem a realidade brasileira. "Eu fico com medo que daqui a cem anos, quando (alguém for) pegar um jornal ou uma revista para conhecer a história, a impressão vai ser a pior possível. Vai ter que comprar uma revista americana, inglesa, ou pegar informações da internet. Se você pegar uma parte do noticiário da imprensa brasileira, você não conhece o que acontece no Brasil", criticou.
Lula se disse orgulhoso de nunca ter precisado cortejar a imprensa para manter a estabilidade de seu governo. "Você sabe que eu tenho problema público com a chamada 'mídia antiga'. Eu tenho orgulho de terminar meu mandado sem ter almoçado ou jantado em revista ou jornal", disse. Apesar das críticas, o presidente reafirmou o compromisso de defender a liberdade de imprensa. "Sei que distorceram informações. Mas eu dizia que, para mim, eu sou o resultado da liberdade de imprensa desse País, com todos os defeitos que ela tem", afirmou.

Regulação da mídia
Questionado por blogueiros, Lula voltou a comentar a polêmica envolvendo a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que traçou metas de regulação da mídia e foi boicotado pelas entidades que representam os principais grupos empresariais do setor. Segundo o presidente, a acusação de que o governo pretende censurar a imprensa é infundada.
"O (ministro da Comunicação Social) Franklin Martins, quando convocou a conferência internacional, trouxe Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Espanha, Portugal e França, e todo mundo disse que lá tem regulação, sim, e não é crime. É crime ter censura. Mas ter regulação não é crime", afirmou.
O Presidente Lula disse que, a participação da sociedade nas discussões da Confecom dão respaldo ao governo para levar adiante as propostas debatidas no encontro. "Nós agora temos uma coisa dita pela sociedade brasileira que nos dá garantia de que nós não somos um governo maluco que inventou uma discussão porque quis investir", disse.
Lula disse ainda que pretende apresentar até o fim de seu mandato um esboço do projeto de lei que regula a atuação da imprensa. A responsabilidade de encaminhar o texto ao Congresso, entretanto, será de sua sucessora, a presidente eleita Dilma Rousseff. "Espero ter condições de apresentar um texto antes de terminar meu mandato e passar para Dilma. Ela certamente vai fazer o debate e levar para o Congresso Nacional", afirmou.

Entrevista
Este é o seu primeiro encontro formal com a blogosfera.
Durante entrevista a blogueiros o Presidente destacou os preconceitos que vieram à tona durante a campanha eleitoral. O Presidente afirmou que "o preconceito ainda é uma doença quase incurável no Brasil".
Lula criticou a forma como o tema do aborto foi posto durante a campanha e enfatizou importância do assunto na política de direitos humanos. Ele afirmou que fez o que estava a seu alcance sobre o tema.
"Como cidadão, sou contra o aborto. Mas enquanto chefe de Estado, tenho que tratar como uma questão de saúde pública. Tenho que reconhecer que ele existe e fiz o que eu podia", disse.
O Presidente citou também o caso da estudante de Direito, Mayara Petruso, que publicou em seu Twitter sua revolta pela vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial, atribuindo o resultado aos nordestidos. No Twitter, a estudante afirmou que nordestino não era gente e pediu que as pessoas matassem um nordestino afogadoNesta manhã, durante a transmissão no Blog do Planalto, a entrevista teve grande repercussão no Twitter.Até o momento, a imprensa não repercitiu a entrevista do Presidente Lula aos blogueiros. Apenas oPortal Terra divulgou nota.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Lula on line

Lula diz que, depois do descanso, será blogueiro e tuiteiro
O presidente Lula deu esta manhã, no Palácio do Planalto, uma entrevista aos blogueiros sujos. Ela chegou a ser assistida por 7 mil pessoas no livestream.


“Tentaram inventar um objeto invisível”, ele opinou — sem citar a Globo — sobre o objeto que o perito Ricardo Molina “colocou” na cabeça de José Serra, no Jornal Nacional, no famoso episódio da bolinha de papel. O presidente disse que, depois dos quatro meses de descanso que pretende tirar quando deixar o poder, será blogueiro e tuiteiro. Disse também que só indicará o novo integrante do Supremo Tribunal Federal se houver tempo para a aprovação do nome ainda nesta legislatura. Se for impossível, deixará a tarefa para a sucessora.
Afirmou que o pior momento de seus dois mandatos foi no dia da queda do avião da TAM, em São Paulo, em julho de 2007, quando o governo federal foi declarado culpado pelo homicídio de 200 pessoas. Sugeriu que houve tentativa de uso político da tragédia e que ouviu “leviandades” na televisão.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Brasil está longe da Igualdade

Brasil está longe de acabar com desigualdades, afirma Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira, 22 de novembro, que o Brasil ainda está longe de acabar com as desigualdades, sobretudo as raciais. Ele lembrou a comemoração do Dia da Consciência Negra no último sábado (20), durante o programa semanal Café com o Presidente.
Lula destacou a criação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) durante a gestão que governou e elogiou iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni), que conta atualmente com 40% dos bolsistas negros.
No entanto, o presidente ressaltou que é preciso uma "evolução" na consciência política de cada brasileiro, além de aperfeiçoamento da legislação e de punição rigorosa, para que o combate à discriminação avance no país. “Acho que estamos avançando. Os quilombolas estão sendo reconhecidos, os quilombos estão sendo legalizados e a gente está criando condições de não haver, definitivamente, mais discriminação no Brasil”, destacou. “Estou convencido de que nós fizemos muito, mas estou convencido, também, de que ainda falta muito a ser feito”, acrescentou Lula.
Durante o governo Lula, 23 milhões de pessoas deixaram a situação de pobreza absoluta. Segundo dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a tendência é de que a erradicação da pobreza extrema seja possível em 2016, levando-se em conta os níveis atuais, contudo, a equipe de transição da presidente eleita em 2010, Dilma Rousseff, já adiantou que trabalhará para antecipar a meta para 2014.
São considerados pobres extremos aqueles que recebem até 25% de um salário mínimo por mês, enquanto os pobres absolutos dispõem mensalmente de até 50% de um salário mínimo.

Com informações da Agência Brasil

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Globo e sua visão dos Pobres

Ódio aos Pobres vira notícia na Record
O jornalista Luiz Carlos Prates, da afiliada da Rede Globo, de Santa Catarina, diz que classe C não deveria poder comprar carro, dando a entender que "atrapalha" o trânsito dos mais ricos. O jornalista ainda criticou o governo por estimular a oferta de crédito para que pessoas de baixa renda comprem carros.
Que livros o jornalista anda lendo?

Cooperativas Uni-vos

Cooperativas Populares Ganham força com dois Decretos


A representante dos trabalhadores, Joana Mota, discursa no evento

Na reunião plenária do Conselho Nacional de Economia Solidária, realizada na quarta-feira (17), no Palácio do Planalto, o presidente Lula assinou dois decretos para fortalecer o cooperativismo com foco na geração de trabalho e renda.
Um deles disciplina o Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc) - uma parceria entre o governo e universidades.
“Temos 100 universidades no Brasil com incubadoras e estudantes apoiando pessoas pobres das cooperativas populares pelo Brasil inteiro que se incorporaram à economia solidária. E as universidades têm benefício nisso porque muito se aprende ao interagir diretamente com o povo brasileiro”, disse o secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho, Paul Singer.
O outro decreto institui o Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário, um conjunto de parâmetros para execução de políticas públicas relacionadas à promoção da economia solidária e do comércio justo. Um dos objetivos do sistema é apoiar o processo de educação para o consumo com vistas à adoção de hábitos sustentáveis e à organização dos consumidores para a compra de produtos e serviços de comércio justo e solidário.
Em seu discurso, o presidente destacou a importância da economia solidária no país:
“Não apenas consolidamos políticas para a economia solidária como conseguimos motivar estados e municípios a criar e ampliar suas políticas para a atividade. Em 2003, apenas quatro governos estaduais e algumas dezenas de prefeituras tinham políticas de economia solidária. Hoje já são 18 estados e centenas de municípios”, afirmou.